A linha que divide a franqueza da crueldade é clara, embora muitos prefiram ignorá-la. Dizer o que se pensa, sem qualquer critério ou sensibilidade ao contexto, não demonstra coragem; demonstra arrogância. É o reflexo de um ego inflado que julga a própria opinião mais importante do que a dignidade alheia. A verdadeira virtude exige discernimento: saber o que falar, como falar e, acima de tudo, quando silenciar.
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