Festejar é uma necessidade do ser humano, de grupos e de comunidades. Não existe povo que não tenha festas. Elas são expressões culturais de uma Nação! As festas tradicionais fazem parte de uma herança religiosa e cultural que sempre devemos valorizar. Jesus também participava de festas. Um exemplo disso, são as bodas em Caná da Galiléia.
A PESSOA humana, envolvida em muitos compromissos, medos e preocupações, tem o direito de festejar e viver com alegria. Hoje, uma das observações feitas por psicólogos, refere-se ao roubo da alegria de viver, que parece ser um dos mais sérios prejuízos à convivência humana. Por que andamos tão sérios, estressados, com rostos fechados, de mau humor, nervosos e criticando a todos? O que nos rouba a alegria de viver?
NÃO SOMOS somente razão, trabalho ou, um corpo
mecânico. Nossa vida implica em muitos compromissos e sofrimentos, porém, não
podemos deixar de dar a devida importância às festas, porque festejar faz bem.
A dimensão festiva é um direito da vida humana e deve acontecer, com dignidade
e respeito, em todas as circunstâncias. A alegria é sempre contagiante e
possibilita a capacidade de aproximar pessoas.
ESTAMOS no mês de junho, quando se comemoram os
tradicionais festejos juninos. Famílias e comunidades se reúnem para festejar
Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Santos muito queridos pelo povo
brasileiro! São comemorados com preces, benditos, queima de fogos, quermesses,
comidas típicas, licores, danças de quadrilha, casamentos caipiras. A marca
registrada das festas juninas é a alegria e o encontro de famílias. A fogueira
de João Batista é uma das motivações dessas festividades…
COMO SÃO importantes as festas juninas!
Incentivam a solidariedade entre famílias e dão vida às nossas comunidades.
Ajudam a crescer na fraternidade, porque são festas realizadas em mutirão, que
exigem a colaboração alegre de muita gente. Fazem o povo esquecer um pouco suas
preocupações para descobrir a importância de estar juntos. Interrompem o ritmo
alucinante da luta pela vida, para celebrar a própria vida.
QUE BOM seria se, nas festas juninas, além de
comemorarmos com quermesses, fogueiras e danças de quadrilha, nos lembrássemos
de viver as virtudes e imitar os exemplos de Santo Antônio, São João Batista e
São Pedro, anunciadores da palavra de Deus, missionários corajosos e defensores
dos valores humanos e cristãos. Portanto, que os festejos juninos sejam um
tempo de alegria entre as pessoas e comunidades, com momentos de religiosidade,
partilha e descontração!

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