
Mais um aumento da conta de luz, inflação real que desafia os índices
oficiais, tudo, tudo cada vez mais caro. O brasileiro vive hoje um
inferno, pois ainda temos o desemprego e, claro, a falência do sistema
de saúde pública e da segurança. Mas resta espaço para humor: o sujeito
chega para o amigo e diz que “a crise tem seu lado bom. Agora, por
exemplo, eu só frequento lugares caros: posto de gasolina,
supermercados, feiras etc.” Isso aí...
A Transalvador é surreal: impede carga e descarga onde não deveria e libera para o resto da cidade.
Deboche com os feirantes de São Joaquim
De um lado, a eterna reforma da feira de São Joaquim, com atraso de
quatro ou cinco anos. A cada dia, uma mudança, uma novidade, mas nada de
serem concluídas as obras.
De outro, para completar o sofrimento dos comerciantes da feira mais
tradicional de Salvador, a Transalvador impedindo que as entregas sejam
feitas, pois não admite caminhões de carga e descarga...Na feira!
Ou seja, em toda a cidade, da Avenida Sete, ao Comércio, passando
pelo Largo Dois de Julho, Brotas e Pituba, caminhões estacionam para
carregar e descarregar A QUALQUER hora, em QUALQUER dia, mas na feira,
não pode! Isso já virou caso de polícia, zorra!
Ainda sobre carga e descarga (I)
Esta coluna já denunciou inúmeras vezes: na padaria e mercado
Panilha, em Brotas, próximo à entrada do Engenho Velho, em plena avenida
principal, caminhões (três ou quatro, TODOS os dias) estacionam durante
horas para descarregar. Muitas vezes os motoristas colocam cones na
rua, tomando toda uma pista, como se fossem autoridades de trânsito. Mas
nada é feito!
Ainda sobre carga e descarga (II)
No resto da cidade, a baderna é a mesma. Por que será que a
Transalvador, que virou puramente um instrumento de arrecadação para o
sistema chupa-cabra da prefeitura, tolera essas infrações?
Cabe ao prefeito investigar para ver se não há algum “esquema” a fim de permitir tais infrações.
Afinal, existe uma LEI municipal, que não foi revogada, disciplinando
horários e locais para carga e descarga. Ou estou enganado?
Um desastre em São Paulo (I)
Desastrosa, caótica, completamente incompetente a gestão do prefeito Fernando “Radar” em São Paulo.
A saúde pública municipal está um caos, como postos e hospitais
superlotados, gente sendo maltratada por segurança truculentos, algo
nazista.
E tudo isso na metrópole mais rica do País e terceira maior cidade do mundo. Pode?
Um desastre em São Paulo (II)
No seu programa, Luiz Datena, na Band TV, denuncia que, por causa das
reportagens que mostra sobre o assunto, está sendo ameaçado por
representantes da prefeitura paulistana, que, inclusive, teriam
procurado ea direção da TV pedindo a cabeça dele.
Anteontem, Datena apresentou uma série de reportagens irrefutáveis,
mostrando que os segurança truculentos são se dedicam a impedir que
sejam documentadas, inclusive por cidadãos comuns, as cenas chocantes do
péssimo atendimento.
Um desastre em São Paulo (III)
Aliás, e agora abrangendo todo o País, por que equipes de TV e
jornais são impedidas de entrar em certos locais PÚBLICOS? Afinal, quem
não deve, não teme, como diz o dito popular.
E quando se proíbe que investiguemos, que sejam feitas filmagens ou
fotos, isso só faz corroborar a tese de que tentam colocar o IMENSO lixo
do atendimento público deste país recordista em impostos sob o tapete.
Haja saco!
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